domingo, 5 de março de 2017

Deveriam deixar a gente fazer artigo de opinião no ENEM

Então, o tal simulado foi essa semana. E a redação... cara, o que foi aquilo? Eu li o tema e já fiquei tipo "Glória, glória? Aleluia!" porque honestamente, eu adoro leves polêmicas. Mas você deve estar se perguntando "Oh Meu Deus, o que seria um tema tão bom para fazer uma pessoa gostar de uma redação?". Bem, serumaninho que está lendo isso, no fundo do mar de aflição em que eu estava me afogando porque simulado, eu vi a luz. E a luz era um tema chamado "Pluralidade familiar no Brasil: dificuldades e perspectivas" ou algum coisa assim (eu continuei no mar de aflição depois de terminar o texto, mas vamos deixar isso pra lá). Agora você pensa: "Ata, parece um tema bem pombo pra mim." Mas você esquece, caro leitor, que eu adoro dar pitaco em temas que geram treta. Mas enfim. Era um tema bem massa, mas como eu não podia usar primeira pessoa ou falar mal abertamente da sociedade brasileira, eu vim pra cá. Senhoras e senhores, como teria sido a minha redação do simulado se eu pudesse reclamar da vida:
A gente sabe que existem vários tipos de formações familiares: tem homem-mulher, homem-homem, mulher-mulher, tios e tias e avôs e avós, com filhos, netos, Satanás e sei lá o quê. Mas então porquê trovões as pessoas só consideram homem-mulher e filhos, caso tenham? E quanto às pessoas que moram com os tios ou avós? E as pessoas casadas que moram com outros familiares? E os homoafetivos (porque sim, eu tinha que falar neles)? E os amigos (nem venha tentar me convencer que amigo não é família - eu tenho amigos mais íntimos que muitos familiares.)?
Sério, isso levanta uma pergunta que eu me faço o tempo todo: porque tem que existir um padrão pra tudo? Na boa, sociedade, só para. Tá feio, bem feio. Ninguém é igual, e é aí que reside a igualdade. Não existe família perfeita, não existe corpo perfeito, não existe perfeição, e sabe porquê? Porque perfeição é uma mentira, pelo menos no mundo em que vivemos. Talvez eles sejam melhores em Júpiter, mas eu sou da Terra, e se tem uma coisa que eu prendi é que não há algo que seja ideal. Até na Física e Química ensinam isso: não tem vácuo, não tem zero Kelvin nem sistema isolado. Então porque a gente fica procurando tão desesperadamente por algo que a gente sabe que NÃO EXISTE? Porque tamanha obsessão com o inalcançável? Claro, eu falo assim, mas não é como se eu não soubesse que essa é a doença da humanidade: tentar alcançar o inalcançável. Buscar um padrão pra encaixar tudo e todos, caixinhas catalogadas para guardar ideias e sonhos. Não se encaixa? Fora. Ensinam isso pra a gente desde que a gente nasce. Mas esquecem de esclarecer: encaixa quem quer. Você pode, sim, ser o diferentão, o floquinho de neve, o salvador da galáxia. Você pode buscar um sonho impossível ou ter uma ideia maluca. Não exite nada errado em não seguir o rebanho. É difícil se rebelar. Eu sei. Mas é mais difícil ainda ser forçado a viver na caixa em que te enfiaram quando você nasceu, com tudo programado: "vai ser médico, morar no Canadá e ter três filhos. Vai ser advogada, sair da cidade e casar com um homem rico." E se não for assim? E se eu quiser ser atriz e me mudar pra, sei lá, a Argentina e morar com cinco gatos? Falam pra buscar seus sonhos, mas só aqueles que agradam a maioria. Contradição pra cá e pra lá e ficamos perdidos num turbilhão de conceitos, sem saber o que fazer - ou a quem agradar. E talvez o mais difícil seja se manter fiel a s mesmo e não se deixar sugar pela onda monocromática feita de gente. Mas há esperança, ou nisso quero acreditar. Não estou dizendo que devemos negar completamente e radicalmente tudo o que dizem, afinal nos ensinam coisas que são certas e coisas que são erradas e coisas que estão no meio, e isso depende de cada pessoa (Pensando melhor, é melhor a gente não poder fazer artigo de opinião - pelo menos na redação eu me mantive no tema).
Isso foi longo. Bem. Longo. Mas enfim, isso era o que tinha pra hoje, e espero que esse monólogo tenha te feito pensar um pouquinho.
Bye bye~

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Yay carnaval

Ah, o carnaval. A desculpa dos brasileiros para passarem cinco dias bebendo, dançando, fornicando e usando roupas bizarras sem que ninguém se importe com isso. Não que eu reclame - também é a minha desculpa para passar cinco dias vegetando na cama usando o computador sem que ninguém me mande fazer nada  (a não ser que você tenha simulado no final de semana :D yay).  Mas enfim. Eu não tô aqui pra falar de prós e contras, eu tô aqui pra reclamar, então é isso que eu vou fazer.
Como uma introvertida, eu não entendo como alguém pode sentir alguma alegria/euforia/vontade de viver com o fato de estar rodeado de pessoas bêbadas, pulando, suando e se esfregando em você, seja de propósito, seja sem querer. Sem falar na música, que é um saco. Mas acho que isso depende do gosto de cada um, considerando-se que tem pessoas com péssimo gosto (exemplo: alguns gostam de fígado).
Outra coisa que eu não entendo: desfile de escola de samba. É bem legal de assistir e tals, mas passar um ano inteiro ensaiando e criando fantasia e essas coisas pra usar uma vez parece meio... desperdício.
Buuuuut anyways. Eu realmente ão tinha nada melhor pra fazer, então tô aqui (o que é simulado?). Por hoje é só, pessoas. See ya l8r.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Um post de verdade seria interessante, eu acho. Não vai ser dessa vez, though.

Olá, olá, amiguinhos!
Eu gostaria de começar pedindo perdão adiantado por todas as piadas ruins, referências obscuras e, bem, é isso aí mesmo.
Meu nome é Lyssa e eu sempre tive vontade de escrever. Mas, claro, algo que as pessoas lessem. O que se torna levemente difícil quando você não mostra nada do que escreve a ninguém. Mas então, inspirada pelo meu queridíssimo amigo Tony, que recentemente começou um blog (deem uma olhada no blog dele - mesmo que pareça uma porcaria, é bem engraçado) (já começamos as divulgações no primeiro post de verdade, gr8), eu resolvi tirar a poeira daqui e fazer uma das melhores coisas que eu faço: escrever. Até porque o resto... bem, vamos não falar sobre isso.
Esse blog terá uma variedade de posts, de poemas que eu escrevi a longas reclamações sobre considerarem Heitor um vilão na Ilíada (ele não era um vilão. Ele era um soldado e estava protegendo sua pátria e seu povo. Fight me.) além de várias outras coisas aleatórias.
Eu espero - espero - postar com frequência. NÃO ESTOU FAZENDO PROMESSAS, QUE ISSO FIQUE CLARO. Até porque, honestamente, quem vai ler isso mesmo?
Se você leu até aqui, ganha meu selo de aprovação, além de um biscoito virtual.
Mas sério, obrigada por ler até aqui. Eu não tenha mais nada pra dizer, então até o próximo post.
Bye bye~



sábado, 13 de abril de 2013

Oi gente!! Agora, sim, começaram os posts sobre música. Confesso: esse é o meu primeiro blog, e fiquei um pouco  atrapalhada no começo, hehe..
Eu sou, tipo, SUPER fã da Miley Cirus, e, particularmente, de todas as músicas dela, eu gosto mais dessa aqui:
http://letras.mus.br/miley-cyrus/1691521/
Chama-se Who owns my heart e eu simplesmente A-M-O essa música, e espero q gostem tbm!!
Oi gente! Eu adoraria ver a participação de v6 no blog. Pf, comentem!!

sábado, 6 de abril de 2013

Música, um dos meus principais passatempos. Relaxa (ás vezes) mente e alma. Boa música é aquela que faz a gente cantar junto. Bem-vindo ao Let´s hear some music!